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A Chapa 1 - Inovação e Ética é formada por médicos que entendem que, representar os colegas no Conselho, é um trabalho que precisa ser inovado todos os dias e exercido com ética e comprometimento.


Propostas

A Chapa 1 acredita que o Conselho tem papel fundamental no fortalecimento da classe médica e que para atingir esse patamar é necessário inovar nas ideias e trabalho com ética.Conheça as propostas de trabalho.

  • Alinhar padrões de atendimento ao médico baseados na eficiência, objetividade e qualidade.

  • O Conselho é de todos, ou como defende a Chapa 1 – INOVAÇÃO & ÉTICA, para todos. Proporcionar o atendimento com eficiência, rapidez e objetividade é uma meta de trabalho que deve ser pauta contínua, aprimorada e com ideias inovadoras. Assumimos o compromisso na melhoria e ampliação da estrutura física, recursos humanos e tecnológicos do Conselho que contribuirá para atingir as metas de eficiência e qualidade do atendimento.

  • Esclarecer as atribuições e atividades do Conselho.

  • As atribuições dos Conselhos de Medicina são definidas por Lei. É fundamental que o médico conheça as atribuições e atividades do Conselho para que possa melhor entender, interagir e participar da atuação da autarquia na regulamentação e fiscalização das condições de trabalho e da atividade médica. Assim, o médico terá condições de ser agente de transformação e inovação do Conselho.

  • Implantar ações de comunicação visando fortalecer a importância do médico no processo de qualidade da saúde pública e privada.

  • O médico tem um papel preponderante na garantia da qualidade da saúde disponibilizada ao paciente e familiares, seja no sistema público ou no privado. Apesar desta importância e comprometimento, a sua participação no planejamento das ações de saúde nem sempre recebe o necessário destaque. É fundamental que essa atuação seja valorizada e evidenciada. Ações de comunicação assertivas e direcionadas à sociedade e instituições são prioridades da Chapa 1 – INOVAÇÃO & ÉTICA.

  • Desenvolver ações para esclarecimento sobre a atuação dos médicos e suas atribuições.

  • A sociedade, no seu conceito mais amplo, desconhece quais os níveis de atuação do médico e suas atribuições no sistema de saúde. Ações de esclarecimento se tornarão agentes facilitadores do conhecimento sobre o papel e importância do médico neste sistema, prevenindo conflitos na relação médico- paciente e familiares.

  • Ampliar os canais de interatividade entre o Conselho e o médico. .

  • A comunicação tem vários níveis e ferramentas de gestão. Adensar os canais de interatividade entre o médico e o Conselho, de tal forma que a informação se torne universalizada, ágil e eficaz são pilares imprescindíveis para ações inovadoras a serem implementadas pela Chapa 1 – INOVAÇÃO & ÉTICA. O acesso do médico às normativas e ações do Conselho deve ser prático e intuitivo, aproximando ainda mais os preceitos éticos e legais à atividade profissional cotidiana.

  • Trata-se de programa inovador da Chapa 1 – INOVAÇÃO & ÉTICA que visa atualizar e expandir os conhecimentos, habilidades e competências profissionais, na interação com os aspectos éticos e legais da profissão. Projetado de acordo com metodologias ativas de ensino e aprendizagem, de maneira multidisciplinar, objetiva proporcionar uma visão diversa de conceitos e práticas para a formação de profissionais que interagem no mundo da Medicina, cada vez mais globalizado e competitivo.

  • Interface com setores representativos da sociedade em defesa do Ato Médico e das condições para o bom e ético exercício profissional.

  • A qualidade no atendimento à saúde sofre deterioração progressiva. Ao Conselho cabe promover, o prestígio e bom conceito da medicina, daqueles que a exerçam legalmente. A Chapa 1 – INOVAÇAO & ÉTICA defende, por todos os meios, o respeito à Lei do Ato Médico, lutando contra a invasão de competências, fortalecendo parcerias com o Poder Judiciário, Legislativo e Executivo, esclarecendo estes agentes públicos quanto aos abusos cometidos e demonstrando os efeitos práticos e nocivos à saúde da população.

  • As precárias condições de trabalho a que os médicos são submetidos, aliadas às exigências do mercado globalizado e competitivo, tem causado problemas de saúde do profissional com consequente interferência na sua atuação técnica e ética (Sindrome de Burnout ou do esgotamento profissional). Associado a isto, a mídia tem distorcido a imagem social do médico, divulgando “erros médicos” com sensacionalismo, expondo o médico e a Medicina a ações judiciais e éticas.

  • A avaliação das condições inadequadas no ambiente de trabalho (físicas, emocionais e psicológicas), serão motivo de ações específicas e intervenção da Chapa 1 – INOVAÇÃO & ÉTICA visando a prevenção dos agravos e promoção da saúde do profissional e suas consequências. Os programas a serem criados, inovadores, trarão soluções para o crescente adoecimento, valorizando sua atuação e qualidade de vida profissional e pessoal.

Somos 40, mas vamos representar 14 mil médicos de todo o Distrito Federal.

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Conheça por que os integrantes da Chapa 1 - Inovação e Ética querem representar os médicos do Distrito Federal no Conselho.

Perguntas Frequentes

O cargo de conselheiro é considerado honorífico. O conselheiro recebe auxílio de representação e jeton. No CRM-DF a Resolução nº 411/2018 normatiza a questão. Importante observar as definições, aplicações e valores. Um exemplo: O conselheiro que participa das duas sessões semanais (com duração aproximada de 2h50 cada – atualmente realizadas nas terças-feiras à noite e quintas-feiras pela manhã) recebe jeton de R$ 400,00 por sessão – o que daria ao final do mês R$ 3.200,00 por comparecimento integral – a ser descontado o Imposto de Renda (IR) e contribuição previdenciária. Além disto, há indenização por participação em eventos de interesse do Conselho - com aprovação da Plenária. Pelo portal de transparência do CRM-DF é possível acompanhar informações sobre os gastos do Conselho.
Como o cargo de Conselheiro é honorífico, não há qualquer benefício de plano de saúde para os conselheiros, nem para seus dependentes ou familiares. Também não é possível a participação no plano de saúde disponível aos fucnionarios.
O Conselheiro Federal ou Regional não recebe salário. Os cargos são honoríficos. Ao final do ano de 2016 surgiram notícias na imprensa e redes sociais sobre ‘ganhos exorbitantes’ dos conselheiros federais. Os valores repassados, pelo menos para a maioria dos conselheiros federais, são expressivos. No entanto, dizem respeito a verbas indenizatórias de despesas variadas. Há conselheiros federais que permanecem em Brasília durante toda a semana. As contas do CFM são regulamente auditadas pelo seu setor de Controle Interno, por empresa contratada e pelo TCU, sendo que no Acordão nº 2513/2016, do Plenário do TCU, de 28 de setembro de 2016, consta menção elogiosa ao Conselho Federal de Medicina pelo cumprimento das normas de transparência, estabelecidas em lei e pelo órgão de controle e de fiscalização.
A pós graduação em Bioética em convênio do CFM e a Universidade do Porto é custeada integralmente pelo conselheiro que se candidatar a tal.
Todos os Conselhos Regionais e também o CFM têm uma assessoria jurídica para os interesses internos do Conselho. Ao conselheiro é disponibilizada essa consultoria, quando solicitado, e unicamente para orientações relacionadas às análises de temas pertinentes a sua função judicante.

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